sexta-feira, 26 de julho de 2013

SÃO PAULO É CIDADE MAIS CARA DA AMÉRICA DO SUL PARA ESTRANGEIROS

SÃO PAULO É CIDADE MAIS CARA DA AMÉRICA DO SUL PARA ESTRANGEIROS

São Paulo é a cidade mais cara das Américas para estrangeiros, apesar de ter caído no ranking elaborado pela empresa de consultoria econômica Mercer.


A lista compara preços de mais de 200 produtos e serviços, incluindo alimentação, transporte, moradia, entretenimento, roupas e itens de necessidade doméstica em 214 cidades em cinco continentes.

São Paulo ocupa o 19º lugar no ranking da Mercer, uma queda em relação à lista compilada em 2012, na qual ocupava o 12º lugar.

A cidade chegou ao 10º posto na lista em 2011. Em 2010, ocupava o 21º lugar.

Segundo a consultoria, a queda registrada em 2013 se deve ao enfraquecimento do real em relação ao dólar.

Mesmo com esta queda, São Paulo ainda está à frente de cidades como Vancouver, no Canadá (64º lugar) e Nova York, a cidade-base do ranking e a mais cara dos Estados Unidos.

A pesquisa, de acordo com a Mercer, é feita considerando os gastos potenciais de executivos que estão trocando de país. Os valores considerados, incluindo as taxas de câmbio, são do mês de março de 2013.

Queda no transporte

Segundo Fabiano Cardoso, consultor sênior de Capital Humano da Mercer, a oscilação de São Paulo nos últimos anos, entre a 10ª e a 21ª posição no ranking, se devem principalmente às flutuações do câmbio.

Em 2011, com o real mais valorizado em relação ao dólar, a cidade se tornou mais cara. Em 2013, com o dólar cerca de 15% mais valorizado, os preços na cidades se tornaram um pouco mais suaves para os estrangeiros.

"A queda não foi porque o custo de vida de São Paulo caiu", disse Cardoso à BBC Brasil.

"Ela com certeza está entre as 20 cidades mais caras do mundo por mérito próprio, sem considerar o câmbio. Apesar da variação cambial, ela tende a estar sempre nesse lugar".

O consultor diz que em quase todos os itens analisados no levantamento a queda foi de 15% em média? O correspondente à desvalorização da moeda brasileira perante o dólar.

No quesito transporte, no entanto, a queda foi mais acentuada, de 20%. "Os preços de carros em dólares se mantiveram estáveis e, em poucos casos, até caíram. E isso fez com que preços associados, como impostos, também tenham caído", explica Cardoso.

O item engloba preços de veículos, valor médio do seguro, preço da gasolina, impostos sobre veículos, preços de pneus, do motor de carros, pedágios e outros.

Segundo a consultoria, as tarifas de transporte público também são contabilizadas, mas tem um peso menor no valor final.

O item utilidades, que inclui preços de telefonia móvel e fixa  e de energia elétrica, manteve praticamente os mesmos valores do ano anterior, apesar da desvalorização do real, o que leva a crer que os preços tenham subido no país, de acordo com Cardoso.

Cidades africanas

Na lista de 2013, Luanda, a capital de Angola, subiu uma posição e agora é a cidade mais cara do mundo para estrangeiros. No ano passado, esta posição era ocupada por Tóquio, que em 2013 caiu para o terceiro lugar.

"Apesar de ser um dos maiores produtores de petróleo da África, Angola é um país relativamente pobre, embora caro para expatriados, uma vez que produtos importados podem ser bem custosos. Além disso, encontrar acomodações seguras que atendam aos padrões de estrangeiros por ser difícil e muito caro", afirmou Barb Marder, parceira sênior e líder da área de mobilidade global da Mercer.

No segundo posto está Moscou, na Rússia e no quarto, outra cidade africana, N'Djamena, no Chade.

Moscou ocupa o segundo lugar devido aos altos custos do aluguel residencial e de produtos e serviços importados normalmente adquiridos pelos estrangeiros residentes na cidade. O aluguel de um apartamento de luxo de dois quartos na capital russa sem mobília, por exemplo, não sai por menos de US$ 4,6 mil mensais (quase R$ 10,3 mil).

"Acontecimentos mundiais recentes, incluindo crises econômicas e políticas, que resultaram em flutuações cambiais, inflação no preço de produtos e serviços e volatilidade nos preços de moradia, impactaram nessas cidades, tornando-as caras", acrescentou Marder.

As 10 cidades mais caras para estrangeiros
1º - Luanda, Angola
2º - Moscou, Rússia
3º - Tóquio, Japão
4º - N'Djamena, Chade
5º - Cingapura, Cingapura
6º - Hong Kong, China
 - Genebra, Suíça
8º - Zurique, Suíça
9º - Berna, Suíça
10º - Sydney, Austrália

Fonte: Pesquisa Custo de Vida 2013 da Mercer
Fonte: BBC Brasil
                

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Empresa japonesa vai começar a produzir macarrão instantâneo no Quênia em parceria com universidade local


No Quênia, uma joint venture foi lançada em janeiro para produzir e vender macarrão instantâneo no país. A parceria foi estabelecida entre a universidade nacional do Quênia, de nome Universidade de Agricultura e Tecnologia Jomo Kenyatta (JKUAT), e a principal fabricante de alimentos processados do Japão, a Nissin Foods Holdings.



As duas planejam começar a vender macarrão instantâneo no Quênia usando produtos importados de uma filial da Nissin na Índia a partir de setembro deste ano. O objetivo é dar início à produção doméstica a partir dos últimos meses de 2014 em uma fábrica que está sendo construída no complexo da universidade.

Segundo o representante queniano na parceria, o professor Simon Njoroge, o povo queniano sofre de fome devido a secas frequentes. Assim, devido ao seu longo prazo de validade, acreditou-se que o macarrão instantâneo ajudaria a garantir segurança no fornecimento de alimentos.

O professor diz que, em 2008, a universidade começou a cooperar com a Nissin Foods Holdings para a introdução de macarrão instantâneo no Quênia como parte de um projeto de responsabilidade social corporativa da empresa. O produto foi fornecido gratuitamente a alunos de escolas primárias de áreas pobres nas proximidades da universidade.

Depois do fim do projeto em 2010, a universidade discutiu com a Nissin a comercialização de macarrão instantâneo em seu país, uma vez que a economia do Quênia está melhorando. No ano passado, o aumento do PIB foi de 4,5% e espera-se que a economia cresça entre 5% e 6% em 2013.

O professor prossegue dizendo que muitas pessoas, especialmente aquelas que vivem nas cidades e trabalham, estão cada vez mais ocupadas. Assim, elas não têm muito tempo para cozinhar, e por isso desejam produtos que podem ser preparados rapidamente.

O professor diz que o seu produto vai ter como alvo o mercado local. Existem dois sabores que são populares entre o povo queniano: frango e carne bovina grelhada. Além disso, o macarrão instantâneo será feito com produtos locais, como sorgo, que é um cereal rico em minerais, tais como o magnésio, e em proteína. Ele é, assim, um importante alimento para crianças e mães que recentemente deram à luz, além de ser bastante conhecido entre os quenianos.

O professor espera que o produto alcance sucesso, já que os seus produtos serão baratos para muitas pessoas, até mesmo para aquelas categorizadas como de baixa renda. O preço inicial será de aproximadamente 30 xelins quenianos, ou aproximadamente 30 centavos de dólar, o que é mais barato do que uma garrafa de refrigerante ou um pão.

O professor espera que, em cinco anos, a demanda anual por macarrões instantâneos alcance 200 milhões de unidades no Quênia.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

O futuro da política energética do Japão

 O futuro da energia nuclear tem sido alvo de debates públicos desde 2011 quando um acidente danificou uma usina nuclear em Fukushima. Como resultado, todos os 50 reatores comerciais do Japão foram desativados.



Organizações ambientais, juntamente com cidadãos comuns fizeram manifestações no ano passado contra uma decisão de reativar duas unidades. Mas desde então, o ímpeto das manifestações diminuiu. 

O desenrolar do acidente nuclear de 2011 resultou numa sequência de protestos contra a energia atômica e os planos de reativar reatores parados. Em algumas ocasiões milhares de pessoas compareceram às manifestações, em outras, centenas de milhares.
Tatsuya Yoshioka, diretor da ONG Peace Boat, organizou algumas das manifestações. Ele estava eufórico com o entusiasmo demonstrado pelas pessoas. 

Contudo com o passar dos meses, Yoshioka viu o entusiasmo ir diminuindo conforme as pessoas mudavam o enfoque para outras questões como a da reconstrução das áreas atingidas pelo desastre. 


Yoshioka tenta reiniciar uma discussão nacional a respeito do uso da energia nuclear. Ele diz que a oportunidade de concretizar uma sociedade livre de energia nuclear está sendo desperdiçada, e que fica frustrado de ver que os japoneses parecem ter se esquecido dos riscos que acarretam as usinas nucleares.

Sem energia nuclear, as empresas de eletricidade estão importando mais petróleo e gás. Elas começaram a repassar os custos aos consumidores e estão pressionando pela reativação dos reatores.

O mesmo têm feito os executivos de grandes empresas. Eles dizem que o Japão precisa de uma fonte estável de energia.

O premiê japonês Shinzo Abe e seu partido governista, o Liberal Democrático, também usam o mesmo argumento. Eles apóiam a indústria nuclear desde que ela seja bem regulamentada. Abe disse que as usinas de energia nuclear que atendam os novos padrões de segurança voltariam a operar em conformidade com um parecer profissional.

Líderes de partidos oposicionistas são unânimes em dizer que querem abolir a energia nuclear no futuro, mas até agora não conseguiram apresentar modos concretos para atingir tal objetivo.

O acidente de Fukushima expôs os riscos e os custos associados à energia nuclear. Contudo Yoshioka diz que os japoneses ficaram complacentes. Ele diz que a cada dia, as memórias e o impacto de 11 de março estão se perdendo.

As empresas de eletricidade começaram o processo de reativar suas usinas nucleares. Mas não devemos deixar que as memórias de 11 de março de 2011 desapareçam. Sejam quais forem as nossas opiniões particulares a respeito da energia nuclear, está claro que mais debates são necessários sobre as maneiras de conseguir a energia necessária ao país.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Vítimas do Tsunami ainda vivem em abrigos temporários

alojamentos construídos para as vítimas do tsunami

Aproximadamente, 300 mil pessoas do nordeste do Japão continuam vivendo em abrigos temporários, mais de dois anos depois que o grande terremoto e tsunami devastaram suas comunidades. Muitos sentem uma frustração pela demora dos esforços de reconstrução. 

Casas temporárias rudimentares pontuam uma parte da paisagem na cidade de Yamada, província de Iwate, uma das regiões gravemente afetadas pelo desastre. Cerca de um quarto dos 17 mil residentes desta cidade vive em abrigos temporários. Entre eles está Hideo Karino, de 65 anos, e sua esposa Mariko. Desde 2011 eles vivem no espaço limitado da moradia, que têm o teto baixo e paredes finas, que não oferecem muita proteção contra o frio ou o calor. Segundo Karino, a casa fica extremamente quente no verão e muito fria no inverno. Ele diz que se sente encurralado.

O primeiro ministro, Shinzo  Abe colocou a reconstrução entre suas prioridades. Durante o seu governo os gastos com esse objetivo aumentaram cerca de 30%, para 250 bilhões de dólares. Mas as pessoas no nordeste do Japão que perderam suas casas sentem-se frustradas, dizendo que o processo de reconstrução está sendo muito lento.

abrigo na cidade de Yamada

Muitas pessoas na cidade de Yamada não podem construir suas residências onde elas ficavam. As autoridades municipais estão transferindo comunidades para lugares mais altos para evitar estragos no caso de tsunamis no futuro. Para isso, as autoridades precisam construir novos lotes residenciais removendo montanhas e aterrando outras regiões. Dizem que as construções só poderão começar dentro de pelo menos dois anos. Karino quer que os lotes fiquem prontos mais depressa. Ele explica que alguns idosos já morreram nas residências temporárias.

Karino não sabe como vai conseguir pagar pela reconstrução de sua casa. O tsunami destruiu a companhia de restauração de barcos onde ele trabalhava, além dos portos e muitos barcos. 

Atualmente Karino tem apenas um trabalho temporário. Ele também poderá receber cerca de 50 mil dólares em assistência pública. Contudo, o preço médio nacional de uma residência no Japão é quase quatro vezes aquela quantia. Ele e sua esposa querem que os políticos saibam que as pessoas do nordeste do Japão estão desesperadas para voltar a viver como antes.

Karino diz que gostaria que todos os partidos políticos se reunissem para ajudar a reconstruir mais rapidamente as comunidades atingidas pelo desastre, para que todos possam viver em suas próprias casas outra vez. 

Fonte: NHK WORLD

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Kobe, a cidade mais limpa do Japão

As cidades japonesas sempre foram reconhecidas pela limpeza de suas ruas, parques, praças e monumentos.
Na última pesquisa realizada em 2011, pela consultoria americana Mercer, onde se traçou um perfil das grandes cidades na Europa, Ásia e America no Norte, quanto à qualidade de vida, a cidade de Kobe ficou em 9º lugar no ranking das cidades mais limpas do mundo, cabendo a cidade canadense de Calgary, o 1º lugar.

 Localizada junto a um dos maiores portos comerciais do mundo, a cidade japonesa de Kobe é conhecida pela beleza de seu meio-ambiente e pela variedade de entretenimento na área urbana da cidade, cuja paisagem é realçada pelo Monte Rokko.
Quando o assunto é qualidade de vida, Kobe apresenta desempenho invejável, com elevadas taxas de expectativa de vida e alfabetização, quase 100%. Em termos de limpeza, a cidade se orgulha do seu sistema de drenagem de águas residuais, separadas de modo que as fortes chuvas não afetam o tratamento de resíduos.
Outro ponto a favor da atmosfera "clean" são os sistemas viários projetados para manter o tráfego em movimento constante, garantindo menor emissão de poluentes ocasionados por congestionamentos.


Nas pesquisas anteriores, o Japão sempre esteve em melhor posição no ranking das cidades mais limpas, inclusive contando com mais de uma cidade entre as 10 mais limpas.

Mas o fato é que outros países acordaram para o tema “Limpeza nas Cidades” e não mediram esforços para desenvolverem projetos para modernizar o sistema de coleta e reciclagem de lixo, contando com a contribuição de empresas e da população, agindo em conjunto para melhorar a imagem das cidades.

O fato de Kobe ser eleita a cidade mais limpa do Japão, foi um reconhecimentos a todo esforço que foi feito durante quase duas décadas. Em janeiro de 1995, a cidade foi atingida por um grande terremoto que vitimou milhares de pessoas e praticamente destruiu toda a cidade. Edifícios comerciais, pontes, viadutos, estradas, casas, escolas, indústrias, enfim, tudo destruído.



Após a catástrofe, governo, empresariado e população se uniram e fizeram uma promessa de reconstruir a cidade, tornando-a mais moderna, tecnológica e sustentável.

Todos os esforços forma feitos para atingir o objetivo no menor tempo possível, e em menos de 10 anos a cidade estava totalmente reconstruída e o próximo passo seria atingir a melhoria da qualidade de vida da população, tornando-se, uma das melhores cidades japonesas para se viver. E o reconhecimento veio em 2011, com a conquista do título de cidade mais limpa do Japão.

Agora o esforço é para melhorar essa posição no futuro, buscando a 1ª posição, e o trabalho já esta em andamento. Técnicos da prefeitura estão fazendo um levantamento dos pontos fracos que a consultoria Mercer citou no relatório das cidades, procurando melhorar a situação. Um dos problemas fica no entorno do Porto de Kobe, que é um dos mais movimentados do mundo. Diariamente, caminhões, tratores e milhares de pessoas de diversas nacionalidades circulam pelo local. O principal desafio é conscientizar cidadãos estrangeiros que nem sempre contaram com uma educação ambiental nos seus países de origem, a manter o local limpo.


terça-feira, 2 de julho de 2013

A proteção do meio ambiente no Monte Fuji


O Monte Fuji no Japão é um dos símbolos nacionais mais respeitados no país. Desde criança se aprende a cultuar e admirar a grande montanha, que pode ser avistada a quilômetros de distância quando o tempo está bom.

O Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO decidiu numa reunião no Camboja no último dia 22 de Junho, acrescentar o Monte Fuji do Japão à Lista do Patrimônio Mundial. 

Algumas pessoas diziam que o Monte Fuji deveria ter sido listado como Patrimônio Mundial muito antes.


O Japão já possui 16 locais listados como Patrimônio Mundial, sendo 12 culturais e quatro naturais. O registro do Monte Fuji como sítio de patrimônio cultural eleva o número total  para 17.

O Japão iniciou seus esforços para registrar a montanha quando o país ratificou a Convenção do Patrimônio Mundial, mais de 20 anos atrás.

Inicialmente tentou-se registrar a montanha como patrimônio natural. Contudo os banheiros para os montanhistas e o lixo que eles deixavam eram problemas para a preservação do meio ambiente da montanha. O Japão mudou de curso e tentou registrar a montanha como patrimônio cultural, e é por isso que levou tanto tempo.

O desafio mais imediato é como lidar com o provável aumento no número de visitantes. Nos últimos anos, o Monte Fuji recebeu cerca de 300 mil pessoas por ano. No ano passado certos dias chegaram a registrar mais de 10 mil visitantes. Mais visitantes ainda são esperados neste ano devido ao reconhecimento como patrimônio mundial.

Outro desafio é manter a saúde tanto a dos montanhistas como a da própria montanha. Há receios quanto à prática do bate e volta, que seria subir ao ponto mais alto possível de ônibus ou outro veículo e depois escalar o pico e descer a montanha sem qualquer intervalo.

A maioria dos que fazem o bate e volta, sobem a montanha durante a noite, o que aumenta o risco de quedas e outros acidentes, bem como o Mal da Montanha. 


Quanto à gestão da saúde do Monte Fuji, existe a necessidade de se preservar a sua paisagem e meio ambiente. Alguns se preocupam de que o aumento do número de visitantes possa fazer voltar os problemas dos banheiros e lixo, afetando negativamente os esforços de proteção.


A UNESCO afirmou que o plano de gestão e preservação do governo japonês para o Monte Fuji era insuficiente e pediu por melhorias. O Japão precisa submeter um relatório sobre as benfeitorias em três anos. O pedido incomum da UNESCO pode indicar o grande nível de atenção que este órgão das Nações Unidas dedica ao Monte Fuji.


Os governos central e local do Japão precisam satisfazer as expectativas internacionais e trabalhar duro para proteger a montanha.