quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Japão precisa de 10 milhões de imigrantes nos próximos 50 anos ou entrará em colapso


Os meios de comunicação japoneses difundem profundamente que o número de turistas chineses cresceu quase 75% em outubro, enquanto as grandes empresas aproveitam o aumento das vendas impulsionado pela crescente demanda de visitantes do gigante asiático.

No entanto, existe outra realidade que envolve os cidadãos chineses no Japão, que recebe apenas uma simples atenção midiática. A Associated Press relata a história de um jovem trabalhador cuja situação está longe da de seus prósperos compatriotas que fazem turismo.

Entusiasmado com a oportunidade de triplicar sua renda trabalhando durante três anos no Japão, o jovem trabalhador Wang Zhi Ming deixou seu país Natal, a China, depois de gastar 7.300 dólares para cobrir os custos de viagem e colocação. A realidade que encontrou foi outra. Wang se alistou num programa de capacitação para estrangeiros criado em 1993 que na prática pouco se parece com o que é proposto no papel.

Wang foi designado a uma grande loja de departamentos, onde tinha que encher caixas com roupas, brinquedos e outros produtos. Seu chefe se recusou a fornecer um contrato de trabalho por mês e reteve seu salário.

Quando o chinês e outros trabalhadores estrangeiros se queixaram da situação, o empregador disse que se eles não estavam satisfeitos com suas condições poderiam ir embora. Wang afirma que não tinha outra opção a não se ficar, pois precisava recuperar seu investimento e não tinha moral para regressar à sua casa e contar para sua família que não tinha os 40 mil dólares que pretendia ganhar nos três anos de trabalho no Japão.

CONTROVERSO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO

O programa de capacitação e treinamento tem como objetivo teórico melhorar a capacidade técnica de trabalhadores de países como a China e Vietnã, mas na prática, se torna, às vezes, uma fonte de mão-de-obra barata.

Oito trabalhadores estrangeiros do mencionado programa, entrevistados pela AP, garantem que foram enganados em relação à remuneração, forçados a fazer horas extras e pagar altas quantias de dinheiro pelo aluguel de alojamentos em péssimas condições.

A história de Wang coloca em evidência a precariedade trabalhista de um mercado como o japonês que diante do envelhecimento da população e a redução da força de trabalho contrata estrangeiros a quem muitas vezes não oferece condições mínimas de um emprego.

Shoichi Ibusuki, um advogado que defende trabalhadores estrangeiros, declarou a AP que o programa de treinamento é descrito como uma forma de transferir tecnologia e reforçar o papel do Japão como um país solidário, quando na realidade muitas pessoas trabalham em condições de escravidão. A situação de pessoas como Wang traz novamente à tona a questão dos imigrantes estrangeiros. 

REDUÇÃO DA FORÇA DE TRABALHO

Algumas vozes argumentam que o Japão deveria reconsiderar a sua resistência à imigração, pois ela é vital para a sua sobrevivência econômica. Um estudo do governo estima que a força de trabalho no Japão, afetada pelo envelhecimento da população e baixa taxa de natalidade, seria reduzida para 44 milhões no próximo meio século.

Os estrangeiros e imigrantes de primeira geração representam menos de 2% da força de trabalho do país, média distante dos 14,2% nos Estados Unidos e 11,7% na Alemanha, para citar alguns exemplos.

Vários setores, inclusive os sindicatos pedem que o controverso programa de capacitação seja substituído por um sistema formal de emprego para trabalhadores estrangeiros, com o propósito de lidar com a escassez de mão-de-obra não-qualificada e à relutância dos jovens japoneses a executar trabalhos difíceis, sujos ou perigosos.

IMIGRAÇÃO SERIA A “SALVAÇÃO”

Hidenori Sakanaka, ex-chefe do Departamento de Imigração de Tóquio, garante que o Japão “precisa de 10 milhões de imigrantes nos próximos 50 anos, ou a economia entrará em colapso”.

"Essa é realmente a nossa única salvação", diz Sakanaka. "Nós devemos permitir (que os estrangeiros) entrem no país assumindo que podem converter-se em residentes do Japão”. No entanto, é pouco provável que isso ocorra num país onde a imigração é percebida como uma ameaça a harmonia social, conforme a AP.

Mais de 20 anos atrás, o Japão começou a conceder vistos especiais aos latino-americanos com ascendência japonesa, mas muitos não puderam adaptar-se a terra de seus antepassados. Além disso, após a eclosão da crise financeira global em 2008, o país ofereceu-lhes dinheiro para que retornassem aos seus países de origem.



Fonte: IPC Digital




segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Difundindo o hábito da leitura nos países em desenvolvimento


Bangcoc, a capital da Tailândia, foi designada pela Unesco como a Capital Mundial do Livro no ano de 2013. Contudo, de acordo com um levantamento conduzido em 2011 pelo Escritório de Estatísticas Nacionais da Tailândia, o tailandês lê em média cinco livros por ano.

O mesmo levantamento também foi realizado por instituições de vários países em conjunto com a Unesco. Aqui no Brasil, a pesquisa foi realizada pelo Instituto Pró-Livro no mesmo ano de 2011.

Segundo a pesquisa, o brasileiro lê em média 4 livros por ano, número abaixo dos vizinhos, Argentina, que lê 6 livros por ano e o Chile com 5 livros por ano, números ainda muito abaixo de Estados Unidos com 10 livros, Espanha com 11, França e Japão com 12 e a Noruega com a média de 16 livros por ano, contando ainda com um número impressionante de 96% da população, apreciam o hábito da leitura.

O baixo índice dos países em desenvolvimento despertou preocupações sociais e demandas por uma melhora urgente na situação.



Na Tailândia, por exemplo, muitas atividades e campanhas foram realizadas pelos setores público e privado a fim de promover a leitura de livros.

A leitura nunca fez parte da cultura tailandesa. Ela é diferente de outros países da Ásia, como a China e Japão e países ocidentais onde o hábito de ler é incentivado desde a infância. Este hábito significa que a leitura é um estilo de vida, um modo de se adquirir conhecimento.

Uma das razões pelas quais a leitura não faz parte da cultura tailandesa é devido ao país ser uma sociedade estritamente agrícola onde se aprende na prática os métodos de trabalho, principalmente a cultura do arroz, atividade predominante no país.

Outro fator que desestimula o hábito de ler não só na Tailândia, mas como nos outros países onde o índice de leitura é baixo, é a falta de tempo. O excesso de trabalho e de outras atividades domésticas são argumentos citados na pesquisa para não haver tempo para leitura.

Já nos países campeões de leitura, qualquer tempo livre é reservado para ler um livro. No Japão, por exemplo, é só entrar em um vagão de trem ou metrô ou de um ônibus, que se observam várias pessoas lendo um livro, na espera pelo atendimento em um banco ou outro órgão público, também se vê muitas pessoas lendo. No horário do almoço, nos inúmeros parques, jardins e praças também é grande o número de pessoas lendo livros.



Mesmo que não exista o hábito da leitura, ler é muito importante nos tempos modernos. Ler nesse caso não diz respeitos à literatura, mas sim à leitura que seja um canal para o desenvolvimento de habilidades intelectuais, como o pensamento crítico e imaginativo.

Para difundir a leitura entre os países em desenvolvimento, em primeiro lugar é necessário que se entenda a importância da leitura que amplie o potencial de raciocínio e imaginação do leitor. O incentivo pode ser feito da maneira correta se essa importância for entendida.

Em segundo lugar, ler precisa ser divertido. A leitura deve encorajar o relacionamento social especialmente entre os mais jovens, que não gostam de ler. Pesquisas mostram que os jovens ficam mais interessados em ler quando tem a oportunidade de debater e trocar opiniões a respeito do que leram.

Divertindo-se com a leitura faz com que eles leiam mais e no final pode fazer com que eles entendam a importância da leitura. O hábito da leitura pode ser cultivado por meio destas práticas.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

As dificuldades de um taxista brasileiro no Japão

Flávio Matsumura é taxista no Japão

Dia sim, dia não, o paranaense Flávio Matsumura percorre as ruas de Yokohama, no Japão com um táxi. A rotina de trabalho é puxada.

¨É o horário, porque você trabalha um dia e folga um dia, tem que acordar cedo, às 5 horas da manhã e começa a trabalhar as seis, e vai até as 14h00min, esse horário não estou acostumado, eu estava acostumado a trabalhar em firma, em fábrica, e aqui não, não tem horário definido para descansar¨, disse o taxista, Flávio Matsumura.

Flávio está no Japão há mais de 17 anos. Resolveu virar taxista, porque pensa em prolongar a permanência no país.

¨Estava procurando serviço que me desse estabilidade por um bom tempo para ficar no Japão, e apareceu essa oportunidade e assim, eu estudei e investi nesse setor.¨

Flávio é um dos mais de 370 mil taxistas registrados no Japão. São raros os clientes que percebem traços diferentes no brasileiro.

¨Só uma pessoa perguntou para mim, pelo sotaque, você parece que não é japonês, e mesmo assim, essa pessoa ficou contente, nossa, tem brasileiro taxista, o serviço é uma surpresa, mas ele pediu para eu me esforçar, e falando também que em 2020 serão realizadas as olimpíadas, e futuramente vai precisar de pessoas que falem outras línguas, não só japonês, ¨ disse o taxista.

Essa é a expectativa de Youhei Fukuda, funcionário de uma empresa de recursos humanos que contrata taxistas.

¨Para as Olimpíadas 2020 em Tóquio, vamos precisar de profissionais que dominem outros idiomas, além do japonês¨.

Para quem pensa em seguir o exemplo de Flávio, Fukuda diz que o candidato precisa gostar de lidar com pessoas. ¨Comunicação é essencial nesse ramo¨, explica.

Serviços de táxi por telefone e atendimento personalizado têm crescido no Japão. Para conquistar esse cliente mais exigente, é importante ser simpático e respeitoso, e o brasileiro hoje sabe atender no padrão japonês, com muita educação e simpatia.

Flávio não pode sair com o táxi sem antes checar as condições do carro. O bom taxista precisa entender de mecânica. Pelo ruído do motor, Flávio hoje consegue identificar problemas.

O carro pode estar bem, mas só sai da garagem se o motorista também passar pelo teste do bafômetro.

Só assim Flávio pode conduzir o primeiro passageiro do dia, e ele só liga o carro depois de conversar com seu chefe e ser liberado.

E ele avisa que os brasileiros interessados em trabalhar no setor de serviços no país têm que estar preparado psicologicamente para as exigências da clientela japonesa, o que pode trazer muitas barreiras no início para funcionários estrangeiros.

¨Muitas vezes o próprio cliente é mal educado, chegando a nos ofender, porque não conhece o local aonde o cliente quer ir, então você vai ter que relevar tudo isso, essa parte é um pouco mais difícil para o brasileiro, porque a cultura brasileira é diferente da japonesa. Então acho que isso no começo, se a pessoa realmente quer trabalhar nesse tipo de serviço, vai ter que ter orgulho de lado¨, alerta Flávio Matsumura.

Fonte:IPC Digital


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Atividade vulcânica forma pequena ilha ao sul do Japão


A forte atividade vulcânica submarina no Oceano Pacífico formou uma nova pequena ilha a cerca de mil quilômetros de Tóquio, informou nesta quinta-feira o serviço japonês de guarda costeira.
A nova ilhota tem aproximadamente 200 metros de largura e fica ao sudeste da desabitada ilha vulcânica de Nishinoshima, que pertence ao pequeno arquipélago de Ogasawara (distrito de Tóquio), bastante longe da principal ilha do Japão.
Imagens impressionantes feitas pela emissora japonesa "NHK" e gravadas pelo serviço japonês de guarda costeira mostram como uma coluna de fumaça branca de cerca de 600 metros se une com uma nuvem de cinza negra provocada pelas violentas explosões geradas no interior do vulcão.
A Agência Meteorológica do Japão, por sua vez, pediu às embarcações locais que navegam pela região a ficarem alertas para evitar serem atingidos pelas rochas expelidas pelo vulcão ou pelas intermitentes explosões, que se estima continuarão durante os próximos dias.
Trata-se da primeira erupção que acontece perto de Nishinoshima em cerca de 40 anos, depois que a ilha cresceu entre 1973 e 1974, também devido à intensa atividade vulcânica.

Fonte: Exame Meio Ambiente e Energia


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Veja como funciona o transporte público pelo mundo


Nos Estados Unidos, na Europa e no Japão, quem compra bilhetes com antecedência ou por um período maior, ganha desconto.  E todo mundo sai ganhando.

O Metrocard, um cartão de plástico, é o bilhete que serve para o ônibus e para o metrô em Nova York Para carregar o Metrocard, o mais prático é usar máquinas que aceitam dinheiro, cartão de crédito e de débito. Uma viagem individual custa US$ 2,50 e dá direito à transferência entre metrô e ônibus num intervalo de duas horas.



Para quem usa muito, vale a pena comprar um pacote – o de uma semana com viagens ilimitadas sai por US$ 30; o de um mês custa US$ 112.

Em Lisboa, praticamente todo mundo tem uma carteirinha de transporte público. Custa 35 euros por mês, o que dá cerca de R$ 110 – e dá direito a viajar quantas vezes quiser, em qualquer direção, em qualquer um dos transportes públicos – metrô, ônibus ou bonde. Como comparação, um trabalhador que ganha salário mínimo em Portugal gasta cerca de 8% do rendimento com o transporte.  

Em Paris, o tíquete mais comum serve para o trem, para o metrô ou para o ônibus – mas só para um deles. Tem um outro tipo de tíquete que vale para o dia inteiro ou para três, cinco ou sete dias. Mas o mais comum para a população é o Navigo, uma espécie de um passe, uma  carteirinha, que tem sua foto e tudo, e que serve para uma semana ou um mês. É bem mais barato.

Em Tóquio, todo o sistema de transporte público é baseado em um cartão metalizado. Ele é pré-pago – ou seja,  você carrega com o montante que quiser e vai recarregando a medida que usa.  Estudante paga meia. E trabalhadores que fazem sempre o mesmo trajeto também têm desconto.
 
máquina de venda automáticas de bilhetes de trem no Japão
Mas o mais interessante é que esse cartão é quase que universal: vale para o metrô, trem, táxis, ônibus e nas muitas máquinas automáticas de refrigerantes, sucos, água que tem espalhadas pela capital japonesa.

Fonte: G1


domingo, 10 de novembro de 2013

Água do Japão beneficiará população rural no Camboja


A Unesco, promove neste ano de 2013, o Ano Internacional de Cooperação pela água.

A principal tarefa que a comunidade internacional enfrenta hoje no campo dos recursos hídricos é a transformação de obrigações assumidas em ações concretas que devem ser implementadas para beneficio das pessoas, dos ecossistemas e da biosfera de maneira geral.

Criar oportunidades de cooperação na gestão da água entre todas as partes interessadas, bem como aprimorar a compreensão sobre os desafios e os benefícios da cooperação pela água, são ações que podem ajudar  na construção de respeito, entendimento e confiança mútuos entre os países, e também na promoção da paz, da segurança e do crescimento econômico sustentável.

A Federação Nacional das Associações da Unesco no Japão, promove ajuda humanitária a praticamente todos os países do continente asiático.

A Federação mantém um projeto no Camboja que oferece assistência médica e educacional. O projeto da entidade denomina-se, Movimento Mundial Terakoya.

Terakoya era como se chamavam escolas para plebeus na Era Edo -  período da história japonesa entre os séculos 17 e 19. A federação tem hoje escolas Terakoya em Siem Reap, uma das principais cidades do Camboja.

Graças a uma parceria entre a Federação da Unesco no Japão, e a empresa privada Toyama Kankyo Seibi, que produz água engarrafada na província de Toyama através de seu projeto de atuação social, firmaram um convênio utilizando a rede de escolas Terakoya que se estabeleceu no Camboja para suprir a necessidade de água engarrafada às escolas e também aos quatro hospitais da mesma província.



No inicio do mês de Outubro, a federação envio o primeiro lote contendo 5.400 caixas de água engarrafada – no total, 130 mil garrafas, partindo do Porto de Toyama.

Há uma grande quantidade de hotéis no centro de Siem Reap, localidade que atrai mais de dois milhões de turistas a cada ano. As áreas urbanas têm sistema de água encanada, com um abastecimento satisfatório. No entanto, a maior parte da população vive em áreas de cultivo agrícola ou de criação de animais, atividades que dependem de água de poços artesianos. Como a população rural não está capacitada a escavar poços profundos, os poços existentes ficam sem água na temporada de estiagem. Vêem-se com frequência moradores locais que consomem uma água barrenta ou com uma cor de tom amarelado. As crianças quase sempre sofrem de diarreia ou algum tipo de doença infecciosa. O privilégio de beber água limpa, potável, é uma questão de vida ou morte. Além disso, hospitais empregam água encanada para realizar cirurgias e são afetados também pelo abastecimento precário na estação seca.



O objetivo do convênio é assegurar que 1,5 milhão de garrafas sejam entregues a crianças e pacientes que delas necessitam nos próximos três anos. No entanto, não termina aí o trabalho da Federação Nacional das Associações da Unesco no Japão. A meta principal é garantir o suprimento de água potável em longo prazo. A entidade quer colaborar com o trabalho de estabelecimento de um sistema de purificação de água nos quatro hospitais aos quais supre o recurso. A federação vai instalar equipamento de filtragem nas escolas Terakoya para beneficio da população local.

Ações como essas, devem estimular muitas outras em diversas localidades onde o abastecimento é deficitário, estimulando também ações colaborativas e compromissos políticos. Promover uma cultura de consultas e aumentar capacidades participativas são ações que poderão ocasionar benefícios em todas as áreas, incluindo a gestão colaborativa de recursos hídricos.

A história tem mostrado que a natureza vital da água doce é um grande incentivo para a cooperação e o diálogo, obrigando as partes interessadas a se reconciliarem, até mesmo nos pontos de vista mais divergentes. Frequentemente, a água une mais do que divide as pessoas e as sociedades.



terça-feira, 5 de novembro de 2013

Coréia do Sul, está construindo um aeroporto sustentável


Depois do projeto audacioso de Songdoo, a cidade inteligente e sustentável que está sendo construída da Coréia do Sul, mais uma grande obra estão sendo planejada pelos coreanos.
 A Coréia do Sul não parece estar satisfeita em ter um dos melhores aeroportos do mundo: o país quer ter, também, o mais sustentável. Como planeja fazer isso? Construindo uma mini cidade sustentável no interior do Aeroporto Internacional de Incheon, o segundo melhor do mundo no ranking da consultoria Skytrax, perdendo apenas para o de Cingapura.
O projeto, na verdade, é parte do plano de expansão do novo terminal do aeroporto, o Incheon 2, que está em construção e deverá ser concluído em 2018. Assinado pelas firmas Gensler Arquitetos e HMGY, o desenho inclui amplos jardins, cachoeiras, e uma zona comercial grande o suficiente para ser chamada de cidade.
Todo o design foi concebido com foco na eficiência. A otimização da ventilação natural e da iluminação, que contará, em larga escala, com células fotovoltaicas para gerar energia a partir do sol, são características centrais do projeto. Outros pontos altos incluem a criação de um lago de carpas, aviários e uma série de áreas verdes esculpidas que, juntas, equivalem a mais de dois campos de futebol.
Para completar - e fundamentar o projeto na cultura coreana -, os arquitetos projetaram o novo terminal na forma de uma Phoenix, o animal mítico associado com longevidade, força e equilíbrio.
Os arquitetos esperam que o foco na sustentabilidade estimule os milhões de passageiros que usam o terminal a pensar na importância da gestão ambiental.

Fonte: Exame Meio Ambiente e Energia