sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Prefeito de cidade russa afirma que não há gays em sua cidade

Prefeito de Sochi - Anatoly Pakhomov

Em pleno século XXI, onde o mundo todo passa por um processo de  combate a qualquer ato de discriminação, seja racial, sexual ou social, o prefeito  Anatoly Pakhomov da cidade russa de Sochi, que sediará a Olimpíada de Inverno no próximo mês de fevereiro, declarou em entrevista, que não existem homossexuais em sua cidade.

Pakhomov disse também que a homossexualidade não é aceita na região do Cáucaso, inclusive em Sochi, reafirmando que não há gays na cidade, mas não haverá nenhum tipo de impedimento para a entrada deles na cidade, todos serão bem vindos aos jogos e os habitantes de Sochi irão oferecer toda sua hospitalidade a qualquer pessoa, desde que respeite as leis russas.

No ano passado, a Rússia aprovou uma lei que proíbe o fornecimento e divulgação de qualquer material com informações sobre homossexualidade para menores de 18 anos, e que também veta associações de gays.

Ao ser indagado se os homossexuais deverão esconder sua orientação sexual em Sochi, por causa da lei contra a “propaganda gay”, Pakhomov respondeu que não.

“É problema deles, de suas vidas privadas, mas aqui no Cáucaso, onde vivemos, não é aceito. Não há nenhum gay em nossa cidade”, declarou o prefeito, membro do partido político do presidente russo, Vladimir Putin. O líder da oposição russa, Boris Nemtsov, disse que a declaração do prefeito é “ridícula” e ainda chamou a atenção para os vários bares voltados ao público gay na cidade. “Então como eles sobrevivem? Por que não vão à falência?”

Questionado sobre a declaração, o presidente Putin, assegurou que os homossexuais serão bem vindos à Sochi, contanto que “não toquem as crianças”.

A declaração do prefeito de Sochi e do presidente Putin, teve uma grande repercussão negativa mundial, afinal todos os holofotes estarão voltados para a cidade dentro de poucos dias. Uma grande nação como a Rússia contando com lideres com essa mentalidade discriminatória nos dias de hoje é inadmissível.

Em outras nações principalmente de origem islâmica, a homossexualidade é considerada crime e é punida com morte, como na Arábia Saudita, no Sudão, na Somália, na Mauritânia, no Irã entre outros.

Em algumas nações islâmicas relativamente seculares como Egito, Tunísia, Indonésia, Líbano, Kosovo, Bósnia, Albânia e Turquia há certa tolerância, sendo raros os episódios de perseguição explícita das autoridades. Porém, é dificílimo encontrar gays assumidos em todas as nações islâmicas.

O Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas condena essas tais leis, pois violam o direito à privacidade garantida pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pelo Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos. No entanto, a maioria das nações islâmicas afirma que essas leis são necessárias para a manutenção da moralidade e da virtude muçulmanas.
Na contramão da Rússia, a Turquia alterou a sua legislação para legalizar a homossexualidade, a Bósnia possui uma legislação anti-discriminação. Em vários países a homossexualidade continua a ser ilícita, porém é tolerada se não for pública.



terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Japão tem ilha onde a população de gatos é maior que a de humanos


O território japonês é cercado por várias ilhas, algumas grandes e povoadas, outras pequenas, onde vivem apenas alguns pescadores.  A ilha de Aoshima, na província de Ehime é chamada de "Ilha dos Gatos ", porque o número de gatos que vivem na ilha é cinco vezes mais do que a população humana. Apenas 15 pessoas vivem lá, compartilhando suas terras com mais de uma centena de gatos.

A ilha de Aoshima esta se tornando popular devido a atenção que tem recebido da mídia, depois de um dia ensolarado os turistas visitaram as ilhas e mais de uma dúzia de gatos que estavam descansando atrás de uma das paredes, se aproximou das pessoas para comerem, e os turistas começaram tirando várias fotos, que foram postadas nas redes sociais logo em seguida.


O governo da cidade de Ozu não parou de receber ligações telefônicas e pedidos de informações para visitarem a ilha. Um capitão da balsa, Nobuyuki Ninomiya, disse: "Eu raramente transportava turistas antes, agora a cada semana aumenta o numero de turistas interessados em conhecer a ilha, apesar de a única coisa que temos para oferecer são os gatos.” Os moradores estão estranhando o aumento da grande movimentação de pessoas de fora, alguns acham proveitoso, pois podem explorar o turismo, trazendo melhorias para a ilha, já outros são mais reticentes quanto ao aumento de turistas, pois acreditam que vão perder o sossego e a tranquilidade do local.

Os moradores da ilha revelaram que o número de gatos começou a aumentar, quando a população humana diminuiu e os gatos continuaram a se reproduzir sem controle, e com o número de casas abandonadas na aldeia, os gatos encontraram lugares seguros e confortáveis. Na ilha existem somente os gatos e os poucos pescadores que continuam residindo lá, e agora os turistas estão aumentado a cada fim de semana para conhecer e ter o prazer de ver e alimentar os felinos.


Outras “Ilhas gato" existem dentro e fora do Japão, como Tashirojima que tem uma população de 86 pessoas e cerca de 200 gatos, mais que o dobro do número da população que reside na região. “Não há cães que ousam viver nestas ilhas do gato.”



segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Ciclovias aéreas nas grandes cidades — sonho ou solução?


A falta de espaço nas grandes cidades para construção de vias exclusivas de bicicletas é uma das desculpas mais comuns dadas pelos governantes para justificar a letargia na promoção desse meio de transporte sustentável. Mas um grupo de arquitetos britânicos desenvolveu um projeto que promete mandar para escanteio esse discurso.
Sem carros, sem ônibus, longe de congestionamentos e de todo e qualquer estresse que envolve os deslocamentos diários nos grandes centros urbanos. Garantir tudo isso é a sina do Skycycle, uma via elevada que se assemelha à linha expressa paulistana de ônibus “Fura Fila” – exceto por ser exclusiva para adeptos das magrelas.
A rede Skycycle seguiria os serviços ferroviários existentes na cidade e ofereceria mais de 220 quilômetros de vias segregadas seguras, fáceis de serem acessadas em mais de 200 pontos de entrada.
Segundo os arquitetos, quase seis milhões de pessoas vivem na área de influência da rede proposta, metade das quais vivem e trabalham a cerca de 10 minutos a pé de cada entrada.
Cada rota seria capaz de acomodar até 12 mil ciclistas por hora, melhorando o tempo de viagem em até 29 minutos.
O sistema de transporte de Londres já está em sua capacidade máxima e enfrenta o desafio de expandir para dar conta do ritmo de crescimento populacional, que será da ordem de 10% na próxima década.
A prefeitura da cidade se comprometeu a investir no transporte, e o atendimento às necessidades dos pedestres e ciclistas faz parte do plano.
“Não obstante os benefícios ambientais e de saúde proporcionados pelo ciclismo, a bicicleta é uma forma de uso mais eficiente do espaço limitado de Londres”, dizem os arquitetos na página oficial do projeto. “A abordagem Skycycle é revolucionária, e tem aplicações potenciais em cidades ao redor do mundo”, complementam.
Durante a última década, o ciclismo cresceu 70 por cento em Londres. No entanto, a bicicleta é o meio usado em apenas 2% de todas as viagens, mas é responsável por 20 por cento das mortes e acidentes graves nas estradas. Com o Skycycle, é possível reforçar um fator chave para estimular o ciclismo, a segurança.
Os primeiros estudos para implantação do sistema indicam que o Skycycle teria um custo muito menor do que a construção de novas estradas e túneis para o transporte rodoviário, de acordo com os estúdios.
Além disso, segundo os arquitetos, a via suspensa ajudaria a valorizar áreas de pouco apelo imobiliário, proporcionando oportunidades de desenvolvimento para empresas ao longo do percurso.
A equipe de arquitetos diz que vai continuar a desenvolver os cenários potenciais. O projeto já foi apresentado para o GLA , TfL e Network Rail, empresa que administra o metrô londrino, bem como para desenvolvedores e especialistas no assunto.
Fonte: Exame Meio Ambiente e Energia




quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Culinária Holandesa é reconhecida como a mais abundante e saudável do mundo


A organização internacional Oxfam, cuja sigla traduzida para o português, significa Comitê de Oxford de Combate à Fome, divulgou uma pesquisa sobre alimentação englobando 125 países.

A Oxfam é uma confederação de 13 organizações e mais de 3.000 parceiros, com atuação em mais de 100 países na busca de soluções para o problema da pobreza e da injustiça, através de campanhas, programas de desenvolvimento e ações emergenciais.

De acordo com o novo ranking da Oxfam, a Holanda considerado o país com a comida mais nutritiva, abundante e saudável do mundo, ao passo que os EUA e o Japão não ficaram nem entre os 20 melhores,

O Chade é o último entre os 125 países da lista, imediatamente atrás de Etiópia e Angola. O Brasil aparece em 25º lugar, melhor resultado da América Latina.


Segundo, Deborah Hardoon, pesquisadora da Oxfam, a Holanda criou um bom mercado que permite que as pessoas obtenham alimento suficiente. Os preços são relativamente baixos e estáveis, e o tipo de comida que as pessoas estão consumindo é balanceada.

A Oxfam avaliou a disponibilidade, qualidade e preço dos alimentos e da saúde alimentar. Examinou também o percentual de crianças abaixo do peso, a diversidade alimentar e o acesso à água limpa, além de aspectos negativos, como obesidade e diabetes.

Os países europeus dominam a lista, mas a Austrália conseguiu um lugar entre os melhores, empatando com Irlanda, Itália, Portugal e Luxemburgo no oitavo lugar.

Já a parte de baixo da lista é dominada por países africanos, embora alguns asiáticos apareçam entre os 30 piores - Laos (112º. lugar), Bangladesh (102º.), Paquistão e Índia (empatados em 97º.).

Embora os EUA tenham a comida mais barata, e de boa qualidade, seus altos níveis de obesidade e diabetes derrubam o país para o 21º lugar no ranking, empatado com o Japão, que teve um mau resultado por causa do preço alto dos alimentos em comparação a outros produtos.

O Chade foi para a lanterna porque lá a comida é caríssima em comparação a outras coisas, e há muitas crianças abaixo do peso ideal - 34%. Só Guiné e Gâmbia, também na parte de baixo do ranking, têm alimentos proporcionalmente mais caros.

Burundi, Iêmen, Madagáscar (todos abaixo da centésima posição) e Índia são os países com maior prevalência de desnutrição e crianças abaixo do peso, segundo a Oxfam.

De acordo com a ONG, 840 milhões de pessoas passam fome a cada dia, apesar de o mundo produzir alimentos suficientes para todos. Por isso, a organização propõe mudanças na forma como a comida é produzida e distribuída em nível mundial.

Fonte: www.oxfam.org


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

As cidades mais verdes de São Paulo


O governo de São Paulo lançou em 2007, o Programa Município VerdeAzul, um programa ambiental inovador da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, cujo objetivo é ganhar eficiência na gestão ambiental através da descentralização e valorização da base da sociedade.
O Programa visa estimular e capacitar as prefeituras a implementarem e desenvolverem uma Agenda ambiental estratégica.
Ao final de cada ciclo anual é avaliada a eficácia dos Municípios na condução das ações propostas na Agenda.  A partir dessa avaliação, são disponibilizados à SMA, ao Governo de Estado, às Prefeituras e à população o Indicador de Avaliação Ambiental - IAA.
A participação do Município no PMVA é pré-requisito para a liberação de recursos do Fundo Estadual de Controle da Poluição - FECOP, controlado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

A adesão de todos os 645 municípios do Estado de São Paulo ao Programa se deu a partir da assinatura de um Protocolo de Intenções onde, estão propostas 10 Diretivas, que abordam questões ambientais prioritárias a serem desenvolvidas.
As 10 diretivas, onde os municípios concentram seus esforços para desenvolvimento da agenda ambiental são: Esgoto Tratado, Resíduos Sólidos, Biodiversidade, Arborização Urbana, Educação Ambiental, Cidade Sustentável, Gestão das Águas, Qualidade do Ar, Estrutura Ambiental e Conselho Ambiental.
A Secretaria do Meio Ambiente, por sua vez, oferece capacitação técnica às equipes locais e lança anualmente o Ranking Ambiental dos municípios paulistas.
Em novembro de 2008, o primeiro ranking foi divulgado e 44 municipalidades foram certificadas. Em 2012, este numero alcançou 133 municípios, demonstrando que o Estado está cada vez mais “VerdeAzul”.

 Ranking 2013

 A última edição do ranking do programa Município Verde Azul, divulgada em dezembro pelo governo do Estado de São Paulo, classificou as cidades pelo desempenho ambiental nas dez áreas ambientais.


Sorocaba, cidade mais verde do Estado de São Paulo

Ao todo, 67 municípios, que desenvolveram atividades e projetos importantes na área ambiental, de um total de 587 cidades cadastradas, atingiram nota superior a 80 e receberam o selo Município Verde Azul. A capital, São Paulo, que ocupava a 66ª posição do ranking em 2012, despencou para a 179ª colocação na nova lista, com 65,6 pontos.

A região do Alto Tietê tem um desempenho pífio: em 2012, Mogi das Cruzes ocupava a 299ª colocação, já em 2013 obteve um pequeno aumento e agora ocupa a 249ª posição.

Suzano é o município com melhor colocação, ocupando a 124ª posição, mas ainda muito distante da pontuação para a obtenção da certificação.

Veja a seguir as cidades que ocupam o top10 do ranking de 2013.

Sorocaba, Novo Horizonte, Santa Rosa do Viterbo, Jundiaí, Americana, Ibirarema, Santa Adélia, Brotas, Votuporanga e Botucatu.

Veja todos os critérios do programa e confira o ranking completo de 2013.





Fonte: Secretaria do Meio Ambiente

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Reclame menos, e mude a situação


Você já parou para pensar e contar quantas reclamações ouvimos e fazemos durante o dia?
Logo que levantamos da cama, já reclamamos porque temos que acordar cedo para trabalhar ou estudar. Ao sair de casa, reclamamos porque está frio ou calor demais.

Depois reclamamos que o ônibus está demorando ou está lotado, que o trânsito está complicado e desse jeito vamos chegar atrasado. E no trabalho, reclamamos dos colegas, do chefe e do salário que está baixo.

E as empresas, como sofrem com reclamações... Diariamente um grande número de reclamações chega a seus canais de comunicação, e seus ouvidores têm que ter muita paciência para solucionar essas questões.

Mas o que fazer para mudar essa situação? É complicado, pois já nascemos reclamando. Na hora do parto, o bebê chora reclamando por sair do aconchego do ventre materno e agora estar num ambiente estranho.

Uma dica para diminuir o número de reclamações é anotar a quantidade e os motivos de nossas reclamações durante o dia.

Com base nos dados. O próximo passo é fazer uma análise da situação que nos levaram a reclamar.

E por último, o que poderíamos ter feito para mudar a situação, evitando assim, o ato de reclamar.

Ao se deparar com uma situação que não concorda, respire fundo, analise a situação, e tente solucionar a questão de maneira ponderada, conversando com a outra pessoa, e tente passar esse ensinamento a ela.


Isso tudo não quer dizer que nos mantenhamos omissos, devemos sim, reclamar, reivindicar, mas com cautela, e ao mesmo tempo, expor soluções para as reivindicações. O simples fato de reclamar por reclamar, não faz bem para nosso corpo e alma, nossa adrenalina sobe, juntamente com um clima de tensão e aumento do nível de stress. Tudo isso faz mal, e devemos evitar situações que nos levam a esse estado.


Vamos tentar seguir essas dicas, respeitando as pessoas ao nosso redor, isso fará de você uma pessoa mais equilibrada, sensata e inteligente.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Japão espera por em prática nova política para descarte de resíduos radioativos



O governo japonês planeja revisar sua política-base para o descarte de lixo nuclear, de modo que possa ter uma participação mais efetiva no processo de escolha de locais onde os resíduos serão armazenados definitivamente.

O lixo nuclear precisa passar por um tratamento adequado, em seguida ser embalado e, por fim, ficar armazenado em locais específicos por um período, até que sua radiação tenha fim e não ofereça mais riscos. Este período não é fixo, podendo variar de um lixo para outro. 

Os rejeitos de usinas nucleares são colocados em recipientes especiais e descartados em locais com revestimento de concreto, devendo permanecer confinados por um período longo que varia de 50 a 300 anos.

A maneira correta de realizar esta tarefa é dividindo os resíduos entre materiais de nível baixo e de nível alto, classificação baseada na quantidade de radioatividade emitida. 

Os resíduos de nível baixo podem ser armazenados em locais de produção, compartimentos especiais ou enterrados. Mas os de nível alto requerem um tratamento especial, pois precisam ser lacrados em vidros e, posteriormente, em tambores para só então serem enterrados no subsolo. 



O Ministério da Indústria afirmou que a partir do início deste ano a pasta trabalhará em torno de propostas enviadas por um painel de especialistas em novembro do ano passado.

O governo planeja armazenar resíduos de usinas nucleares altamente radioativos em locais subterrâneos a grandes profundidades. A administração tem solicitado a governos locais que indiquem locais candidatos ao armazenamento através de uma lei que entrou em vigor em 2000.


Contudo, nenhuma municipalidade mostrou-se interessada e o governo central ainda não garantiu nenhum local candidato.

Através da nova política, o governo planeja delinear uma lista de locais que seriam considerados cientificamente apropriados para o descarte, e solicitar a municipalidades relacionadas que concordem com o projeto.

O Japão espera pavimentar o caminho para concluir até o fim deste ano a sua busca por locais para o descarte de resíduos radioativos.

Contudo, alguns especialistas estão chamando a atenção do governo central para que o assunto seja tratado com mais cautela. Eles afirmam que o público ainda não aceitou completamente a ideia de ter material radioativo armazenado em locais subterrâneos nas localidades onde vive.